Brave or Fool? It's your choice!

Posts Tagged ‘despedida


Se eu fizer um top 5 dos melhores anos que vivi até o momento, certamente 2012 estará dentro dele.
Se eu tivesse que nomear 2012, seria o ano das despedidas.
Disse adeus para pessoas queridas que foram pra outro plano, e para uma pessoa muito especial que foi para longe. Deixei pra trás amores mal resolvidos, empregos entediantes, e “amigos” que nada me acrescentavam.
Sem esquecer também do tchau que dei a alguns quilos e ao manequim 44.
Paralelo as despedidas vieram (boas) novidades. Pq é assim que funciona, a energia do universo precisa circular. E taí, mais uma coisa marcante deste ano, passei a acreditar mais do que nunca no poder do pensamento, das palavras, da vontade, e sobretudo na energia que move o universo. É só manter a sintonia, coisas boas atraem coisas boas. Abri meus olhos, ouvidos e coracão pro Universo e em troca recebi surpresas incríveis, conheci pessoas queridas e descobri um infinito de possibilidades no mundo que estavam escondidas pela minha inércia.
Me despeço de 2012 com um misto de sentimentos, dentre eles a gratidão. Muito obrigada 2012 por cada momento intenso de dor ou de amor.
Tô ansiosa para descobrir o que o Universo ta preparando pra mim para 2013. Seja o que for, receberei de olhos e braços abertos.
Se nao tiver medo de mudanças e nem de arriscar, me acompanhe neste novo ano e vem comigo ser feliz!


Durou mais do que o comum, pelo menos foi esta sensação que eu tive, mas enfim, ele se foi. Não que ele tenha sido um vilão na minha vida, pelo contrário até, mas temos que saber a hora de dizer tchau, aliás, foi ele quem me ensinou isto. Hoje me despeço dele, e olha só, que ironia! Justo ele, que me obrigou a me despedir de tanta gente amada.  A certeza de um adeus ou a expectativa de um até logo, não importa, em ambas as situações eu o culpei e desejei que ele não tivesse passado pela minha vida.
Mas agora cá estou, com coração apertado em me despedir dele, já sinto até certo saudosismo, porque eu também o agradeci, o brindei, e desejei que alguns dos nossos momentos fossem eternos. Descobri tanta coisa com ele, coisas do mundo, coisas em mim que eu sequer imaginava. Ele me confrontou, e fez de mim mais forte, mais segura, e elevou minha auto-estima, e foi daí, que veio a vontade de que ele ficasse um pouco mais. Ele trouxe para a minha vida pessoas queridas, mesmo sabendo que inevitavelmente mais cedo ou mais tarde também chegará a hora de me separar delas, eu o agradeço por isto.
Sabe porque ele foi diferente dos outros ? Importante pra mim? Porque ele me proporcionou altos e baixos incríveis, permitiu que eu vivesse naquela intensidade insana que estranhamente me faz tão bem. Com ele não tive medo, mas também não tive certezas, foi tudo acontecendo, sem pretensões, sem programação e com momentos sempre permeados com muita dor ou com muita vontade de viver.
Hoje, me despeço de você, Outubro, como me despedi de outras pessoas queridas que de uma maneira ou outra, definitivamente ou não, saíram da minha vida neste período, com gratidão, com carinho, com boas lembranças, e com aquela saudade gostosa que traz o sorriso de canto de boca nas horas mais incertas.

“Aquele que sabe viver também sabe morrer. Aquele que sabe cair de amores também sabe o momento de cair fora dele. Ele faz isso com graça, com um adeus, com gratidão. As pessoas não sabem amar e, por isso, não sabem dizer adeus quando chega a hora. Se você ama, saberá que tudo começa e tudo tem fim, que há um tempo para começar e um tempo para terminar e que não há qualquer dor nisso. A pessoa não sai ferida: ela simplesmente sabe que a estação terminou. Ela não se desespera: simplesmente entende e agradece ao outro: “Você me concedeu tantas dádivas maravilhosas, me deu novas visões da vida, abriu algumas janelas que eu nunca teria aberto por mim mesmo. Agora chegou o momento de nos separarmos e de tomarmos rumos diferentes.” Sem raiva, sem fúria, sem ressentimento, sem qualquer reclamação, mas com uma imensa gratidão, um imenso amor, com o coração cheio de agradecimento.” (OSHO)

Novembro, surpreenda-me, e então, você também deixará saudades!


[ Para ler ouvindo:  ]

Daqui exatamente 24 horas ele parte. Vai pra longe, e nunca mais volta. Ninguém sabe do futuro, mas todo mundo tem sua intuição. Uns a respeitam, outros não, alguns nem sabem como escutá-la. Eu escuto e respeito a minha, e é ela quem me diz que ele não vai mais voltar.
Foi confiando nela também que dei continuidade a esta estória louca que nem você que está lendo, nem você que já escutou da minha boca cada detalhe, e nem você que viveu ela comigo entende. E oh lord! Como me torturei para tentar entender, como me culpei por sentir o que estava sentindo, e como me xinguei de otária por estar indo contra todas as evidências e escutando e apostando apenas na minha intuição, em mais nada, só nela que me dizia: viva isto, e foda-se o resto! (minha intuição fala tão educadamente quanto eu).
Sabe o dia que parei de lutar contra tudo isto e decidi me entregar? Foi quando descobri que a mudança de país já tinha data definida. Se ele estava indo embora, não havia muito a pensar, nem com o que me preocupar. Isto tudo tinha data marcada para acabar.
Então me entreguei, e resolvi embarcar na fantasia. Porque vivemos uma estória, não foi fairy tale, porque definitivamente eu não tenho vocação pra princesa, e ele menos ainda pra príncipe. Mas foi um conto. Uma fantasia real, criada por nós, num mundo que ninguém mais teve acesso, só eu e ele.
Tentei viver estes últimos dias com a maior intensidade que pude, só não consegui mais, porque ele não se permitiu. Talvez por falta de tempo, talvez pelos compromissos com a vida real, ou talvez simplesmente porque ele não seja um doido que nem eu que goste de sentir a dor até a última gota de sangue ou o prazer até a última gota do gozo. Eu sou assim, inteeeeeensa, lembra?
Eu já falei uma vez, acho que aqui inclusive, que as melhores coisas da minha vida sempre acontecem despretensiosamente. E foi exatamente assim, não sei como, nem porque, mas a gente se conheceu, e meio que sem pensar, resolvemos nos encontrar e a conexão que tivemos ultrapassa qualquer explicação racional, física ou científica.
Esta semana nos despedimos. E sabe o que é engraçado? Foi totalmente diferente do que planejamos (mais uma vez), mas foi uma tarde apaixonante. Tinha muitas coisas que eu gostaria de ter feito, e principalmente falado, e não fiz/falei. Perguntas, perguntas, perguntas…Nossa! Estas eu tinha aos montes. A gente se conhece tanto mas sabe tão pouco um sobre o outro.  Mas também não as fiz…
Optei por deixar tudo isto pra lá, se nada tinha vindo à tona até aquele momento era porque não tinha importância pra gente, pra que desperdiçar cada minuto tão precioso daquele último encontro? Preferi focar nos detalhes que vão ficar na minha memória…A barba que tava malfeita aquele dia (coincidentemente ou não, é assim que eu gosto), seus dentes retinhos que contemplam aquele sorriso lindo, a sobrancelha grossa, uma manchinha vermelha no pescoço, os braços com as veias sobressalientes, nossos olhos nos olhos enquanto conversávamos, suas mãos (ah! suas mãos!), suas piadas sem graça, e a primeira vez que ele finalmente falou com coração, com sentimentos e não somente com explicações filosóficas…
Só queria estar ali, de novo, e pela última vez com ele, para que eu pudesse enfim fechar aquele livro e guardá-lo cuidadosamente na gaveta.
E foi o que aconteceu, a gente acabou o conto sem o  “viveram felizes para sempre” mas com amor. Porque na vida real as pessoas morrem de medo de dizer que amam, né? Na nossa estória não existe este medo, a gente se amou, sabemos disto. E o nosso amor nos libertou.

Voe, meu amor!  Ganhe o mundo porque você é dele, e não meu! O que me pertence são as lembranças desta história (pq sim, ela tb faz sentido com H) e isto nada apaga da gente, muito menos a distância do mapa mundi.
Eu vou deixar o livro guardado mas sem o final escrito,como vc mesmo me disse, ele pode acabar com reticências e todos ficarem com a sensação de que faltou o final, ou um dia desses a gente pode voltar a escrevê-lo. 😉

P.S: Você nem é  mesmo aquela Coca-Cola toda! Doce demais pro meu paladar.rs


Pri Bella

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 1.090 outros seguidores

@pribella

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Dias de inspiração

junho 2017
S T Q Q S S D
« maio    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Os favoritos da galera

  • Nenhum
%d blogueiros gostam disto: